É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.

14.10.16

Top 5: As últimas 5 séries que assistir

Porque eu coloquei a foto de Super Girl a em cima? Não me pergunte, eu não faço a menor ideia, hehehe. Oi gente, finalmente cá tô eu de novo comum pôster novo sobre SÉRIES. Ebaaaa. Já fazia um tempo que eu não compartilhava alguma serie aqui no blog. Mais como eu conseguir terminar Dexter, (o que foi um milagre porque eu estava indecisa entre assistir um episodio ou jogar The Sims). Mais conseguir! Então eu decidir fazer um top 5 das últimas séries que eu vi. Tá, eu sei que Dexter é uma serie bem antiguinha, enquanto as outras (que eu trouxe) são bem novas... Mais eu tô nessa onda de assistir umas relíquias do fundo do baú que eu nunca tive tempo pra assistir. Então eu comecei com Dr, House, depois Grey’s Anatomy e agora Dexter. Mas pra não fica em apenas séries antigas tem 4 series bem atuais que provavelmente você já conhecem. Eu não vou fazer resenha nem nada do tipo... Só vim mesmo compartilhar com vocês, o que eu tenho visto durante essas ultimas semanas. Vamos lá! 

Dexter: Dexter Morgan foi o nosso herói, anti-herói, assassino serial de assassinos seriais e um ser humano confuso, incerto e às vezes maravilhado por sua própria e indefinida natureza. A série estreou em 1 de outubro de 2006 no canal Showtime e teve o seu último episódio em 22 de setembro de 2013. Baseada na obra de Jeff Lindsay, "Darkly Dreaming Dexter", a série tem como protagonista um especialista forense em amostras de sangue, que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami. Ele também é um assassino serial que mata as pessoas que a polícia não consegue prender. A dupla identidade tem de ser escondida de todos, incluindo sua irmã e companheiros de trabalho. Na infância, órfão aos quatro anos, Dexter é adotado por um policial que logo detecta sua tendência homicida. Com isso, consegue canalizar todo o fascínio de Dexter por vivissecção para algo que ele acredita ser "do bem": caçar os infratores da lei que estão acima da justiça e que acham brechas para praticar crimes. De dia, Dexter surpreende a todos conseguindo rastrear cada passo de assassinos em série, seguindo suas pistas com meticulosidade assustadora. Isso porque sua mente assassina o guia através dos passos dos criminosos. Após o dia de trabalho com o Departamento de Polícia de Miami, à noite, Dexter usa todo o conhecimento e instinto de serial killer para achar e matar os criminosos que ele caçou durante o dia. Isso faz com que ele viva um contraste diário entre o bem e o mal. Mas ele canaliza toda a sua vontade de matar para acabar com os outros assassinos em série. 
Quando ela série surgiu, em 2006, foi considerada uma aposta arriscada da emissora CBS. Por mais que seriados sobre anti-heróis não eram mais novidade mais o lance era como colocar um psicopata como personagem central da trama? – e, pior, fazê-lo simpático ao público? A ideia deu certo. Logo, Dexter Morgan começou a ganhar popularidade, não somente pela qualidade de seus roteiros – tanto no que diz respeito ao desenvolvimento da trama de cada personagem como pelos diálogos afiados, sobretudo as narrações em off que mostram os pensamentos de Dexter – como pelo carisma do ator Michael C. Hall, que encarnou o personagem de forma brilhante. Dexter cresceu e se tornou febre na internet. Hall foi transformado em símbolo sexual – e dificilmente será possível olhar para ele novamente sem associá-lo ao psicopata – e mesmo os atores que interpretam os coadjuvantes se beneficiaram da qualidade da série, que angariava cada vez mais fãs. Infelizmente aconteceu a pior coisa que pode acontecer a uma serie, ele foi esticada mais do que deveria e teve um final trágico o que revoltou a maioria dos fãs, (lembram de Lost?). Pras os amantes de Dexter com certe a série terminou na 4 temporada, que foi a época me que a serie se tornou um fenômeno. Uma temporada de episódios inesquecíveis com um saldo espetacular tanto no Emmy quanto no Globo de Ouro. Os outros 4 anos da série foram completamente desnecessário para trama, e pra piorar ela teve um final bem trágico. Mais apesar desse detalhe, eu gostei muito da série. E não me arrependi de ter visto até o fim. É difícil de acreditar que a história de um assassino faria tanto sucesso e traria milhares de telespectadores para a frente das TVs americanas (e de todo o mundo) para acompanhar qual seria sua próxima vítima. Os apaixonados por este personagem, sabem que Dexter é muito mais que sangue e assassinatos: a densa elaboração do personagem e seus diálogos, conquistam qualquer amante de uma boa história. 
Sense 8: No dia 5 de junho de 2015, a Netflix lançou a série chamada Sense8. E sim, eu achei essa série FODA. A série foi produzida pelas irmãs transgênero coletivamente conhecidas como The Wachowskis (que produziram os filmes O Destino de Júpiter, Matrix, V de Vingança, Speed Racer e A Viagem).  Sense8 narra à história de oito estranhos, os chamados “sensatez”, que de repente começam a "compartilhar um cérebro coletivo. Basicamente, eles compartilham sensações, pensamentos e experiências uns dos outros. 
As oito pessoas são: Um galã canastrão latino que não saiu do armário; Um motorista de van em Nairobi; Uma farmacêutica na Índia; Uma banqueira carateca na Coréia; Um policial em Chicago; Um ladrão na Alemanha; Uma DJ islandesa em Londres; Uma hacker transexual lésbica em São Francisco. 
A série logo de cara é toda meio confusa, com meia dúzia de acontecimentos aleatórios em várias partes do mundo ao mesmo tempo (e sem o "guia de cidades" do piloto). Mas quando começa o lance psíquico de compartilhamento de sensações ai a coisa vai ficando interessante, e você já vai chegando mais perto da tela pra não perder nem um movimento. Se tem uma coisa que Sense8 faz com você é evocar suas emoções e te deixar vibrando (literalmente). 
Dizem que as mães sentem quando os filhos estão machucados, dizem que os gêmeos conseguem sentir tudo o que se passa com seu irmão, dizem que existe essa força, ou melhor, essa ligação entre pais, filhos e irmãos... e se isso fosse verdade? Sense8 explora essa forma de ligação do jeito mais emocionante e excitante possível, ela nos mostra o estopim para um futuro aonde todos seriam capazes de se comunicar, entender, e se relacionar com qualquer humano no planeta independente de sua origem ou formação pelo meio em que vive. Ajudar uma pessoa que você nunca conheceu pessoalmente a resolver problemas tanto físicos quanto psicológicos mesmo que ela esteja do outro lado do globo só porque você sentiu que ela precisa de você, não seria maravilhoso? Basicamente Sense8 é isso, você termina de assistir a temporada e vai desejar ter um Ressonância Límbica entre você e seus amigos! Louco né? (twitter) 
Sense8 não é uma série fácil. Não é uma série pra qualquer um, e definitivamente não é uma série que defende os valores morais da família brasileira, ao cometer a ousadia de tratar personagens gays e transgêneros como seres humanos. Sense8 não é uma série GLS, é uma série onde alguns dos personagens fogem do padrão heterossexual da TV. A série foi filmada em locação em vários lugares do mundo, em uma das cenas foram usados 700 (figurantes) e 200 carros. A fotografia e linda. A série também é uma espécie de Anti-Vingadores, Anti-Heroes. Ninguém é especial, todo mundo é comum, mas a lição, que cai como uma tonelada de tijolos quando a gente percebe, é que pessoas comuns são capazes de feitos incríveis quando trabalham juntas. É definitivamente uma série que eu super indico. 
The Strain: Todo mundo sabe que já existem os temas “famosos” que geram muita grana no mundo da ficção. Conspirações de grandes empresas, vampiros e zumbis já fazem parte da nossa realidade. The Strain é uma série criada em 13 de julho de 2014. O drama é uma adaptação dos livros Trilogia da Escuridão de Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno, A Espinha do Diabo) e Chuck Hogan. A história se foca no trabalho do Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll, de House of Cards), chefe da CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), que, junto com a sua equipe, fica encarregado de investigar o caso de uma epidemia viral que transforma suas vítimas em uma diferente espécie de vampiros violentos e sedentos de sangue. Pouco a pouco vamos sendo inseridos num universo bizarro que mistura elementos de Fringe, The Walking Dead e American Horror Story, quando descobrimos que o evento foi causado por uma criatura que move-se como um vulto, contamina pessoas com uma espécie de verme e transforma-os em “zumbis” portadores. 
A série é boa? Não! O meu maior problema com a trama foi o clichê. Todos os personagens são estereotipados, maniqueístas e exagerados. As reações são as mais incoerentes possíveis, a trama familiar, além de ser rasa e sem emoção, não vai para lugar algum. Os efeitos especiais mostram claramente o alto investimento da FOX, mas ela falha de uma maneira vergonhosa quando apresenta o grande vilão da série, mais parecendo um boneco de Halloween do que propriamente o mestre vampiro assustador. Ela tinha tudo pra ser uma serie foda de vampiros/apocalíptica que eu iria amar. Mais infelizmente não rolou. Por incrível que pareça, (pra quem me conhece sabe que eu AMO ficção cientifica e essa parafernália toda de coisas sobrenaturais), eu não posso dizer que ADOREI a série, do tipo que entraria pras minhas preferidas como Sense8 (ai em cima) entrou. Mas também não vou dizer que ODIEI The Strain, mas, com certeza não pretendo assistir novamente. Ela é uma série razoável que tem lá sua porcentagem de suspense e que talvez você até goste, mais pra mim não rolou. 
Scream Queens: Essa foi uma série que eu me arrependi “muito” de ter assistido. Eu estava muito animada com o elenco já que tem Ariana Grande, Nick Jonas, Lea Michele, Abigail Breslin, Emma Roberts entre outros, e o fato dala ter viralizado a internet eu pensei, agora vai, uma serie boa. Mais me arrependi tremendamente de ter perdido meu tempo assistindo Scream Queens. Eu sei, eu sei, muita gente pode estar me xingando agora por falar isso, mais infelizmente essa é minha opinião. A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, e estreou em setembro de 2015. A trama se passa na Universidade Wallace que é abalada por uma série de assassinatos. A Kappa House, a fraternidade mais cobiçada do campus, é governada com mão de ferro (e luva cor-de-rosa) por sua Rainha “Bitch” Chanel Oberlin (Emma Roberts). Quando a ex-Kappa Reitoria Munsch (Jamie Lee Curtis) decreta que todos os alunos do campus podem se inscrever para participar da fraternidade, a universidade vira um inferno, como um assassino vestido de diabo causando estragos, fazendo uma vítima a cada episódio. Scream Queens é uma visão moderna para o formato clássico de suspense em que se tenta descobrir quem é o assassino, no qual todo personagem tem algum motivo para matar, ao mesmo tempo em que pode se tornar a próxima vítima encharcada de sangue. Ela é uma série de terror/comédia. Não costumo muito assistir séries de comedia por isso resolvi experimentar. Mais ela acabou sendo uma mistura ridícula de Pretty Little Liars, com Todo Mundo em Pânico, Gossip Girl, American Horror Story, Glee, Pânico e Meninas Malvadas. E eu provavelmente não irei assistir a 2ª temporada. 
Game Of Thrones 6 Temporada: Sim eu só vim apresentar a 6ª temporada e não a série completa, porque eu já falei de GOT aqui no blog, váriaaaaaas vezes. Eu estava surtando pra assistir essa ultima temporada e finalmente conseguir. E como sempre o jogo dos tronos não decepciona ninguém. Quem assiste GOT sabe que tentar entender Game of Thrones é a mesma coisa que tentar entender um planeta desconhecido com milhares de histórias separadas, famílias, personagens, reinos, casas, terras famílias e mais uma porrada de coisas. Mas é por isso que a gente ama tanto esse “universinho” incrível né? Nessa sexta temporada, a série tenta focar em assuntos não resolvidos e em desenvolvimentos de personagens em crescimento já que a produção se aproxima do final, com apenas mais duas temporadas pra dar conclusão a série mais aclamada do momento. Ela consegue emocionar, enfurecer e deixar o público em êxtase completo, com cenas que a gente já consegue prever, como as mortes, que são muitas e também estão presentes nos livros que originaram a série. Praticamente em todo episódio algum personagem morre, e essa é uma das vantagens de se ter um elenco enorme. Com um quinto ano muito parado e que deixou a ação guardada para o final, a sexta temporada não economiza nos acontecimentos e adianta muito da história que foi enrolada pelos anos anteriores. A luta pela sobrevivência e o acumulo de inimigos fazem a série ficar cada vez mais interessante. Em meio a tantas teorias da conspiração e presunções de quem vai sentar no trono, à série caminha num bom sentido de prender a narrativa com revelações chocantes e usar momentos épicos e personagens queridos como instrumentos de mexer o emocional da plateia. Não tenho mais unhas pra roer de tão ansiosa que estou pra próxima temporada. E com certeza você “deve” assistir Game of Thrones”, faça isso para o seu próprio bem ou se arrependera eternamente! Hehehehe.
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