É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta.

27.12.16

As Últimas Séries que Assistir em 2016

Faz algum tempo que eu assinei o pacote da Netflix, e isso foi uma das melhores coisas que eu já investir meu dinheiro. Para que é viciada me série, sabe como é difícil ter que ficar entrando e saindo de site em sites para encontrar a "bendita" série que você quer assistir. Em HD, dublado e com um player que funcione. Ha, e ainda tem a danada da espera pra carregar o ep... Isso caba com a graça toda. Então eu criei vergonha na cara e chamei umas amigas pra gente rachar as telas da Netflix. Unir o útil ao agradável, hehehehe. E nesse mundo fantástico de series viciantes que eu já quero muito assistir todas de uma vez, eu separei as series mais incríveis que eu assistir nesse ultimo mês. As dicas são sensacionais. Principalmente a mais nova sensação "Black Mirror".
Black Mirror: Essa não é uma série nova, seu piloto saiu um 2011. Mas se você gosta de tecnologia e costuma se perguntar como seria a vida daqui a alguns anos essa é a série perfeita pra você.
A série não tem o intuito de ser confortável, mais sim ser perturbadora e pra dar um soco no estômago de todos que-a assistem. Logo de cara o primeiro episodio já te faz retorcer na cadeira de agonia e desespero, mais com o passar das temporadas a coisa só piora. E o pior disso tudo é que quão mais perturbadora ela se torna, a gente percebe, que mais parecida com a realidade atual, ela é. Ela é a melhor série original na Netflix. Com exceção de Stranger Stringer e Sense 8, talvez.
A série é uma produção britânica com duas temporadas e um especial de Natal, com episódios independentes que oferecem uma visão sobre o papel da tecnologia na vida das pessoas e sobre o que pode vir pela frente se essa ligação nunca for problematizada. Cada episódio é independente pois ela segue aquele padrão de cada ep uma nova história com novos personagens. “Se a tecnologia é como uma droga – e ela parece com uma droga – quais são precisamente os efeitos colaterais? Essa área entre o prazer e o desconforto é onde Black Mirror, minha nova série dramática, está situada. O “espelho negro” do título é aquele que você irá encontrar em cada parede, em cada mesa, na palma de cada mão: a fria e brilhante tela de uma TV, monitor, smartphone.”
OA: Essa foi uma série que eu comecei apenas por curiosidade do trailer que eu vi no Facebook, e amei. Ela estreou sem ninguém saber o que era, envolvida numa aura de mistério e que deixou todos que assistiu sem fôlego. Ela é uma série muito estranha e que brinca com seus mistérios. The OA se destaca ao sugerir questionamentos absolutamente relevantes sobre dilemas e dúvidas comuns a todos nós sobre a vida e sobre o que é ser considerado normal numa sociedade tão moralmente doente. - Prairie Johnson, uma jovem cega, desaparece durante sete anos e quando volta, suja, rasgada, e — surpresa —  a ver, muitos a consideram um milagre. Outros, uma influência perigosa. Episódio a episódio, Prairie, a atriz Brit Marling, vai contando o que lhe aconteceu, e cada revelação é mais chocante e esquisita do que a anterior. The OA não se limita a explorar o desconhecido, até porque isso impossibilitaria o reconhecimento e empatia por parte de quem vê. Da mesma forma que “Guerra das Estrelas” é, no fundo, uma história de amor, amizade, lealdade e da luta do bem contra o mal, também “The OA” explora estes sentimentos ao juntar um grupo de jovens mal amados e desprezados que se tornam mais felizes e corajosos simplesmente porque se têm uns aos outros. O poder da família, não a verdadeira, mas a que se escolhe, é imparável. Capaz, até, de abrir portas para outras dimensões.
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3%: Normalmente que não indicaria, muito menos assistiria uma série brasileira, mais reconheço que o enredo foi atraente, mesmo me fazendo lembrar de diversos filmes principalmente Divergente e Jogos Vorazes. Eu nunca fui muito chegado em produções brasileiras voltadas para o entretenimento (salvo raras exceções), meu negócio mesmo são mega produções hollywoodianas. 3%, é a primeira série brasileira produzida pela Netflix. O programa teve origem em uma websérie com apenas três episódios lançada em 2011 — antes, portanto do primeiro Jogos Vorazes. Desde então os criadores (que tiveram a ideia do programa ainda na faculdade) tentaram que alguma emissora nacional produzisse uma temporada completa, até que a Netflix se interessou pelo projeto — o que se mostrou um golpe de sorte, já que o programa agora está disponível em diversos países. Eu achei e história um poco parda demais da conta, mais com o desenrolar da história (que é praticamente obvio) eu comecei a pegar m certo amor por alguns personagens. Ela não tem nada de especial, mais é um série razoável. Ela se passa em um futuro distópico, em que o planeta está devastado, com falta de água, comida, energia. Aos 20 anos de idade, todo cidadão tem direito de participar do Processo, uma seleção que oferece a única chance de passar para o Maralto, onde vive a elite da humanidade e tudo é abundante, limpo e digno. Mas somente 3% dos candidatos são aprovados no tal processo que testa os limites dos participantes.
Bates Motel: Essa série já é bem conhecida e um pouco antiga o piloto é de 2013. Lembra de Freddie Highmore, aquele ator fofinho e pequenininho que fez "A Fantástica Fábrica de Chocolate", então, ele cresceu e virou um Psicopata, Hahahaha. Essa foi uma série que eu comecei a ver depois de váááááárias indicações de videos no Youtube, e eu amei de paixão. Ela dar origens de um dos psicopatas mais marcantes dos cinemas. A série conta a história de Norman e Norma Bates antes dos eventos que acompanhamos no filme de 1960 de Alfred Hitchcock, Psicose. A série encera na 5ª temporada, com uma participação especial da Rihanna.
 
Downton Abbey: Essa Clássica e ganhadora de vários prêmios, queridinha de milhares de fãs, não poderia ter deixado de entra na minha lista de 2016, né. Produção inglesa do canal ITV, a série criada por Julian Fellowes começa em 1912, logo após o naufrágio do Titanic, que tem grande impacto na familia Crawley. A partir de então vivenciamos os dramas da residência no condado de Yorkshire, na Inglaterra, que leva o nome da série: Downton Abbey. O drama nos apresenta a rotina dos donos e dos empregados da casa, mostrando os diferentes relacionamentos entre a nobreza e a classe operária. A série é sensacional, calma e tranquila, porém extremamente cativante,é praticamente impossível você começar a assisti-la e não desejar ter acompanhado-a desde o inicio.
 

American Horror Story: Por último mais não menos importante, outra querida pelo fãs de terror e suspense. American Horror Story é uma série de terror e suspense, que, a cada temporada, conta uma nova história centrada em um tema e com praticamente todo o elenco da temporada anterior interpretando novos e completamente diferentes personagens. Na primeira temporada, o tema foi uma casa mal-assombrada; na segunda, intitulada "Asylum", um manicômio judiciário; a terceira, que recebeu o nome de "Coven", trata de um grupo de bruxas; e a quarta, "Freak Show", focou em um circo de "aberrações" na década de 1950. Basicamente em todas as temporadas os autores usam uma mesma fórmula: existem cenas fortes, imagens chocantes, histórias de arrepiar até os cabelinhos que crescem nos dedos do pé, (se você não tem cabelinhos nos dedos dos pés, sorte sua!). Só as aberturas das temporadas te deixam pra lá de assutada com as imagens. Vale muito apena pra curte o gênero. Eu amei!
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